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quarta-feira, 7 de setembro de 2022

7 DE SETEMBRO DE 2022 - BICENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Hoje, 7 de setembro de 2022, a prefeitura Municipal de Guamaré-RN realizou o tradicional desfile cívico trazendo como tema "O Bicentenário da Independência do Brasil", o qual narrou os acontecimentos históricos mostrando desde a chegada da Família Real ao Brasil até 1822, e as consequências disso tudo para os brasileiros nesses dois séculos. 

O subtema abordado pela Escola Estadual Monsenhor Joaquim Honório foi: "As Guerras de Independência e suas consequências".

Na condição de gestora, venho agradecer o apoio da Secretaria Municipal de Educação, do Vice-gestor Iaponi, de todos os colaboradores da Escola: coordenador, suporte pedagógico, professores, alunos, secretários, merendeiras, pessoal de apoio, e também dos pais que saíram do conforto de sua casa para prestigiar o esforço de toda a comunidade escolar.

Procuramos resgatar o sentimento de patriotismo e incentivamos o protagonismo a fim de tornar os alunos cidadãos críticos, conscientes de seus direitos e deveres, para que percebam o seu papel na história de sua escola, país e mundo, uma vez que o futuro está nas mãos de cada um.

Nessa longa caminhada de 200 anos de história, nada foi à toa, nada foi em vão. Em respeito à luta dos que derramaram sangue nos conflitos, conseguimos contar nossa história, ver erros e acertos, e ainda continuar admirando esse amado país "abençoado por Deus e bonito por natureza". 

O sucesso vem do trabalho em parceria e em equipe. Essa é uma marca forte na gestão democrática da EEMJH. 

Parabéns, Brasil!





































domingo, 6 de setembro de 2020

SEMANA DA PÁTRIA


O Brasil é lindo, tem povo acolhedor, religiosidade e belezas naturais, por isso o cantor e compositor carioca Jorge Ben Jor o enalteceu através da música dizendo: "moro num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza; que beleza!". Faço minhas as suas palavras.

Eu acredito que esse país tem jeito, que os casos de corrupção diminuíram e poderão melhorar cada vez mais. Já foi pior. Já faltou comida em supermercado no governo Sarney, houve confisco de dinheiro nas contas no governo Collor, e hoje, mesmo com pandemia, temos mais pontos positivos que negativos. 

Temos uma floresta belíssima, que outros países cobiçam; o Sistema Único de Saúde (SUS); políticas públicas assistenciais de sucesso etc. É o paraíso que eu não escolhi para nascer, no entanto, escolhi para viver. Ainda não está perfeito, mas vamos para a frente! Que Deus faça justiça e retribua à nação tudo que foi retirado dela.

Amo ser brasileira. "Meu coração é verde, amarelo, branco, azul de anil."

Parabéns, Brasil! 


domingo, 29 de março de 2020

O TAL COVID-19

Nós podemos dizer que o COVID-19 é a nova versão de um vírus que existe há décadas, o corona, que possui formato de "coroa". Recebeu essa denominação, porque no final de dezembro de 2019 veio provocando uma pandemia, atacando humanos e levando-os à morte de maneira assustadora.

O mundo parou quando saiu decreto de autoridades brasileiras e estrangeiras determinando a quarentena, pedindo para a população ficar em casa com o propósito de evitar que o vírus se manifestasse em massa na mesma época, numa tentativa de diminuir a curva de contaminação, tendo em vista o que ocorreu na China e na Itália, onde houve o maior número de vítimas. Depois foi a vez dos Estados Unidos, Espanha, Inglaterra e agora espalha-se na África.

A doença não prioriza cor, raça e sexo, porém, fica de olho na idade. Ela destrói a vida de idosos e de crianças indefesas devido à fibrose nos pulmões, que traz dificuldade respiratória e com chance mínima da pessoa sobreviver se sofrer de diabetes, se for hipertenso ou acima de 60 anos. É o chamado grupo de risco.

Sabe-se que teve início na China em consequência do consumo de morcego na alimentação, por se tratar de ambiente frio e insalubre. Daí a necessidade de manter as mãos limpas com álcool gel 70% como prevenção e, ainda, evitar contato com espirro e saliva de alguém gripado. Havendo boa imunidade pode ser apenas um resfriado, entretanto, no paciente com defesa baixa é comprometedor.

Começa sendo uma gripe comum com febre, tosse e evolui para a pneumonia. Esta é a fase perigosa, porque falta equipamento que poderia auxiliar na respiração. É material caríssimo em que há pouca quantidade em relação à demanda para atender várias pessoas ao mesmo tempo.

É lamentável saber que as nações investiram para enfrentar guerra nuclear, no entanto, foram apanhadas de surpresa por agentes invisíveis, vírus. Esqueceram da saúde. 

Desde que a mídia noticiou o surgimento da doença, a situação vai se agravando em clima de pânico e terror, passando a tomar conta do emocional das pessoas; ou seja, o medo vai paralisando a sociedade, à medida que a mesma tenta seguir as orientações dadas pelos profissionais de saúde.

Os doentes começaram a amontoar os hospitais. Foi necessário fazer escalas para trabalhadores das empresas públicas e privadas seguirem a rotina do serviço.

Nas redes sociais passaram a circular vídeos contendo poemas, paródias, humor, além de áudios. 

O comércio foi fechado. Passou a oferecer serviço no modo delivery. A entrada de clientes em supermercados passou a ser controlada, bem como em restaurantes, cinemas, escolas, farmácias... Até as praias foram esvaziadas para evitar aglomerações.

Sequelas virão de tudo isso no corpo e na economia do governo nacional e internacional. Há muita incerteza no ar.

Pessoas religiosas retiram explicações da bíblia como conforto para controlar a ansiedade, a angústia e a confusão mental, apegando-se às profecias, entendendo que se trata do tempo do fim mencionado por Jesus Cristo em Mateus 24 e por João no Apocalipse.

E desse modo, cada dia de vida é celebrado com gosto, pois não se sabe como será o outro dia.

De uma coisa sabemos, estamos aprendendo com o distanciamento social a partir do fechamento das igrejas e dos demais lugares públicos. Reconhecemos a fragilidade do ser humano e nossa dependência de Deus, uma vez que ser cristão vai além de frequentar diariamente os cultos, missas, reuniões. A essência de viver o cristianismo é querer estar com Deus individualmente ou na coletividade. É sentir necessidade de proteção divina, e não se limitar simplesmente ao encontro costumeiro de irmãos de fé.

Enfim, o mundo parou, as famílias tiveram tempo para se encontrar em casa, longe da correria da agenda diária. Reforço que muitos religiosos estão encarando de certa forma como permissão de Deus para crescimento espiritual da humanidade. 

As pessoas passaram a valorizar as mínimas coisas: o abraço, o aperto de mão, quando sentiram falta ao manter a distância de 1,0 m (1 metro) ou 1,5 m (1 metro e meio) nas filas. Muitos voltaram a se sensibilizar, a chorar, quando há muito tempo isso não acontecia por estarem com o coração endurecido. Estavam materialistas, correndo atrás do lucro, esquecendo princípios, costumes, família, e hoje querem calor humano.

Os 15 dias de distanciamento social estão quase se estendendo para 30 dias, gerando inquietação, enquanto aguardam a normalidade.

Por um lado, o comércio explorando no preço da dipirona, do álcool gel e de máscara, quando algumas pessoas não têm um termômetro em casa, e por outro, os profissionais da área médica sem boas condições de trabalho, arriscando a própria vida em favor de outras, mediante a realidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

É o caos econômico e social. Precisamos nos unir.

Que Deus nos abençoe e nos dê sabedoria no rumo à vacina!

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

QUARTA-FEIRA DE CINZAS

Mais um carnaval chega ao fim. Hoje muitas pessoas estão cansadas, com cabeça e bolso vazios. Que alegria é essa tão envolvente que faz alguns brasileiros esperarem o ano inteiro para comemorar 4 dias de farra?! 

Outras optam por retiro espiritual, para ficar longe de barulheira, principalmente de paredão. Eu sou uma delas. Busco um ambiente harmonioso, de preferência em contato com a natureza, para ser preenchida com reflexão, testemunho e recreação saudável, tendo Deus como centro da adoração. Ele, sim, que é o autor da verdadeira alegria.

Cresci ouvindo os mais antigos dizerem que no carnaval há quem perca dinheiro, juízo, paciência, vergonha, pudor ou até mesmo a vida. 

Sobe o número de acidentes nas estradas em consequência de bebida alcoólica. Eleva-se também o número de prisões devido à briga, à discussão e à bate-boca sem futuro.

E hoje, então, quarta-feira de cinzas, há foliões que se estendem no chão de calçadas e praças, calejados nos pés, esperando o sol nascer, eufóricos, à base de energético. 

Surgem boatos do tipo: fulano foi picado por uma seringa contaminada; foi colocado um tipo de droga conhecida por "boa noite, cinderela" no copo de sicrano.

Muitos voltam à realidade do trabalho na parte da tarde, e o assunto é só sobre carnaval.

O Brasil lucrou de alguma forma recebendo turistas nas pousadas e hotéis.

Praias ainda receberão pessoas que irão tirar a ressaca com água de coco ou uma geladinha, acompanhados do banho de mar.

Esquecem as dívidas e os problemas; ficam anestesiados. Assim, para quem curte essa festa o importante é se divertir, seja da forma mais tradicional, saindo às ruas vestido de papangu, homem vestido de mulher e vice-versa, ao som de marchinhas, axé e outros ritmos, bem como, em blocos e desfile de escolas de samba.

Para vários brasileiros agora é que oficialmente está iniciando o ano de 2020, após férias e carnaval. Lá se vão os 4 dias em que não se questiona o preço do gás de cozinha, da passagem de ônibus, a violência, os assaltos, a corrupção eleitoral, a inflação, a pedofilia, as escolas sucateadas. Tudo fica no esquecimento. Esse é o país do carnaval, onde se costuma dizer que tudo acaba em festa. 

Esse é o Brasil.

sexta-feira, 7 de junho de 2019

SARAU LITERÁRIO - CULMINÂNCIA DO PROJETO CULTURA NORDESTINA

A Escola Estadual Monsenhor Joaquim Honório-Guamaré/RN, sob a direção de Marta Campelo e Vice, Maria Alzeneide, realizou o Projeto Cultura Nordestina o qual a professora de Língua Portuguesa, Francimone, sugeriu a realização do Sarau Literário em homenagem aos escritores e poetas nordestinos (alguns cordelistas), que estão descritos na ordem alfabética por nome próprio ou artístico, a seguir: Antonio Francisco, Ariano Suassuna, Francisco de Betânia, Gonçalves Dias, Jessier Quirino, João Cabral de Melo Neto, Jorge Amado, Luiz Gonzaga, Manuel Bandeira, Patativa do Assaré, Raquel de Queiroz.

Danças: Baião, Xaxado, Forró, Frevo, Quadrilha junina;

Culinária: cuscuz, arroz-doce, bolo de milho, bolo preto, tapioca, feijão verde, farofa, rapadura, soda preta, moqueca de peixe, bolacha, chá...

Esteve presente o cordelista de Guamaré, Francisco de Betânia, que já foi aluno da escola e está sempre enriquecendo os eventos com seus cordéis.

As exposições ocorreram durante o dia, enquanto as apresentações culturais foram à noite. 

Que riqueza cultural da nossa região! 

Houve intenso envolvimento da direção, professores, equipe pedagógica, alunos dos três turnos e pessoal de apoio. Isso tudo resultou em muita socialização. Parabéns a todos!