Mostrando postagens com marcador FILHOS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FILHOS. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 8 de julho de 2019

OS ADOLESCENTES PENSAM EM QUÊ?

Os adolescentes pensam mais no passado, no presente ou no futuro? Esta pergunta passa na minha cabeça e na de vocês, que são adolescentes ou adultos. Tudo leva a crer que a maioria pensa só no presente, e quer vivê-lo intensamente "como se não houvesse amanhã".

Eu reflito como mãe de adolescente, como líder de jovens e como professora. Acredito que eles vivenciam os anseios, sonhos, conflitos e angústias que os adolescentes de qualquer época, no entanto, vejo que a sociedade atual não está tão segura para protegê-los.

Querem os mesmos divertimentos, frequentar os mesmos lugares, mas há uma luta interior, à medida que tentam ajustar a vontade aos princípios. As barreiras e as arestas são as mesmas, porém, em algumas situações faltam o controle e o apoio de pais e responsáveis, que talvez se encontrem muito ocupados e não tenham como se dedicar inteiramente aos filhos. Ou se dedicam, mas chega o dia em que os jovens empinam o nariz e se acham donos de si, conforme consta na parábola do filho pródigo (Lucas 15:11-32), onde aparece o filho pedindo ao pai a parte que lhe cabe da herança, a fim de "cair no mundo e se realizar". Falso engano, falsa ilusão!

Às vezes dá tempo de se arrepender e voltar para casa, pedir ajuda, mas às vezes vai por um caminho sem volta. E assim, tantos jovens estão indo embora cedo e de maneira drástica. Que pena!

Ouço pais de alunos dizerem: _ Deixa ele(a) dar cabeçada como eu dei. A vida é quem ensina.

Eu me preocupo com esse pensamento, pois adolescente gosta de aventura. Por isso, pais, conheçam os amigos de seus filhos, os lugares que eles frequentam, e procurem dialogar e passar mais tempo na presença deles, bem como, encaminhem seus anjos, suas preciosidades, no evangelho. Orientem a frequentar grupo de jovens da igreja.

Existem dois caminhos: o da porta estreita e o da porta larga; o da vida e o da morte; o da salvação e o da perdição, entretanto, há setas de atalhos e desvios. Olhem para Jesus Cristo, o caminho certo. Ele foi jovem, entendeu que estamos no mundo, porém, não somos do mundo, e disse: _ Orai e vigiai, pois o espírito está pronto, mas a carne é fraca! Se Ele foi tentado, imaginem as sutilezas do inimigo, hoje em dia! É glamour, fama, sucesso, show... tudo efêmero. As pessoas com tanto dinheiro, e continuam vazias.

Salvemos as nossa famílias! Que possam ser blindadas a tempo! Deus não faz remendo na vida de ninguém; Ele renova.

Fiquem com Deus!


domingo, 7 de abril de 2019

PARA ONDE CAMINHA A EDUCAÇÃO?

Minha reflexão hoje é saber para onde caminha a educação. Não falo apenas da educação que se recebe no ambiente escolar, mas em qualquer local onde se aprende algum conhecimento, pois uma coisa vem acompanhada da outra. 

Há conhecimento para o bem e para o mal. Há inteligência para o bem e para o mal. O que faz a diferença é a sabedoria, porque permite que se perceba onde está o erro e como se pode acertar. 

As pessoas estão sem paciência para ouvir o outro. É falta de respeito em muitos lugares. O cenário de boa parte das famílias brasileiras é caótico, onde se vê a família ausente, filhos criados à vontade, cheios de gosto. Pais temem falar com os filhos, até mesmo pelo medo, e se deparam com tanta violência dentro e fora de casa. 

Isso repercute na sociedade, que é quem sofre as consequências de um lar desajustado. Sim, porque a sociedade é forte ou fraca, pois reflete o que vem do lar. Se bem que há casos em que alguns se desviam e dão ouvidos ao que o mundo ensina, ao contrário do que os pais sonham para os filhos. Observemos os líderes e os liderados! 

Devemos fazer o quê? Os pais precisam estar junto dos filhos, encaminhá-los na vida com bastante conselho e não apenas com presentes. É necessário haver mais abraço, mais respeito, mais união, mais confiança, mais elogio, mais diálogo, e o mais importante, a presença de Deus, fonte da sabedoria. 

As escolas acabam fazendo o trabalho que as famílias deveriam fazer: ensinar as boas maneiras, a ter bom comportamento, a lapidar o temperamento, para que o caráter seja melhor. 

Certa vez aprendi umas frases e já apliquei em outro texto. São as seguintes: "quem planta um pensamento colhe uma ação, quem planta uma ação colhe um hábito, quem planta um hábito colhe o caráter, quem planta o caráter colhe o destino". Converso com meu filho, com os amigos dele, e na escola também repasso, advirto-os sobre as dificuldades da adolescência, dos conflitos internos e externos de cada ser, porém, reconheço que não é fácil alertá-los; cada um esboça uma reação diferente achando que sabe o que está fazendo. 

Pais compram livros de autoajuda, pedem socorro. Querem educar os filhos da melhor forma possível. A educação que a sociedade tanto cobra é fruto desse trabalho de "cuidar da planta", a fim de colhermos bons frutos. Deus é o agricultor, somos galhos verdes ou secos, precisamos estar em contato com Ele. 

Cada cabeça é uma sentença, é um mundo. Anjos bons e maus nos rodeiam. Precisamos de proteção divina. Eu estou fazendo a minha parte como mãe, professora, cidadã. Falo e escrevo, abro os olhos deles. Agora, apelo aos pais, e reforço: orem por seus filhos, conversem com eles, passem mais tempo, apesar de terem que ficar bastante tempo fora de casa por algum motivo superior. Aproveitem cada segundo de contato quando estiverem pessoalmente ou distanciados. Ouça-os, elogie-os quando for preciso, abrace-os, digam que os ama. 

Vamos colaborar com Deus e salvar as famílias! Abram a porta de sua casa para Deus, convide-O a entrar. Não se materializem apenas, espiritualizem-se para que haja equilíbrio. Os céus agradecem e eu também. 

domingo, 12 de março de 2017

SUGESTÃO DE LEITURA


Recebi este livro como presente. Foi uma surpresa boa, gostei; recomendo a leitura.

domingo, 9 de outubro de 2016

CACHORRO COM NOME DE GENTE E GENTE TRATADA COMO CACHORRO

Um assunto que tem tirado meu sono é o comportamento de certos pais em relação aos filhos. Falo isso como mãe, professora e cidadã, pois tenho observado que tem crescido o número de casais criadores de cachorro ou outros animais, os quais têm dado mais atenção. 

Perguntei a jovens casais quantos filhos querem ter. Pasmem! Responderam: nenhum. Querem apenas criar um bichinho, de preferência um cachorro. Fiquei imaginando a árvore genealógica. Quem tiver em casa será peça de museu.

Fazem aniversário, gastam horrores para manter os de raça, mas esquecem de proteger os da rua. Colocam o nome de pessoa, tratam como um membro da família, dividindo o mesmo espaço na casa. Até aí digamos que está "tudo bem", mas por outro lado, parece que está havendo uma inversão de valores. Se é assim que posso chamar, porque já ouvi uma mulher dizer: _ Vem meu filho (com o cachorro), enquanto disse outro dia com o filho: _ Esse cachorro não presta, não vale nada. Fiquei confusa, pensando: o que posso esperar dessa mãe, desse filho e da sociedade?

Sei não. Aí o sistema educacional quer resultado positivo. Como pode ser, se eu tenho que lidar com pessoas que estão dando mais importância aos animais do que aos filhos. Os filhos se trancam no quarto com tudo à disposição, isolados da família, enquanto não fazem mais canil, pois o cachorrinho, o gatinho, o coelho, o papagaio, qualquer outro bicho vai para o colo do dono da casa. 

Pais, deem colo aos filhos. Não é mais carregar nos braços, mas ouvi-los e orientá-los. É ir à igreja, se divertir junto, acampar, fazer piquenique, ir ao parque, ao cinema, a festival, à festa, a circo.

Voltando às exigências da escola. Quais os reflexos disso? Desajuste familiar. Então, discutimos nos planejamentos como podemos ajudar, e não se encontra solução. E as notas têm que aparecer. Os pais cobram nota azul e esquecem de ver esse lado do sentimento. 

Vou reforçar o que comentei: onde está o abraço, o beijo, o cheiro? Se cachorro gosta disso, imagine gente! 

Eu falo da realidade que vivencio quando colegas de meu filho, na faixa etária de 11 anos, chegam e me abraçam. É sério! Eles chegam abraçando, e não é devido estarem cheios de carinho, é carência afetiva. Eles me acompanham na rua. Temos uma boa sintonia, mas flagrei a mãe de um deles tratando friamente.

Acredito que só conseguiremos alcançar êxito com nosso trabalho, melhorando a autoestima dos pais. A sociedade é o que o lar é: forte ou fraca. 

Samara significa protegida por Deus. Não quero que chamem uma cachorra usando meu nome. Acredito que não me soará muito bem. Sendo assim, vamos chamar nosso filho pelo nome que lhe foi dado ao nascer.

Amo os bichos, mas cada um no seu quadrado. Ouvir o chamado do nome é muito importante, e foi ouvindo as pessoas ao preparar meu livro de sobrenomes, que solidifiquei minha percepção. 

Eu aprendi que o cachorro tem a cara do dono. Acontece o mesmo com o filho. Eles só podem dar o que recebem. Portanto, está explícito que devemos encontrar o equilíbrio. Tem a hora para o cachorro e tem a hora para o filho, seja criança, adolescente ou adulto. Quer encontrar colo e braço.

Eu não deixo passar fome, não maltrato, dou carinho na forma dosada. Reconheço que o cachorro é fiel ao dono, companheiro, amigo; porém, divida esse carinho também com seu filho.

Vejam aí a hora do carinho! Eu não crio, mas gosto de ser recepcionada na casa de uma tia minha por essas duas. Uma é mãe da outra.








(A hora da cócega na barriguinha)

Não fiz o texto para polemizar, e sim, no intuito de despertar os pais para uma maior e melhor interação com os filhos, a fim de poder trazer bons resultados para a sala de aula.