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domingo, 19 de dezembro de 2021

PEDAGOGIA DE PROJETOS EM TEMPO DE PANDEMIA


Estamos encerrando as atividades dos anos letivos 2020 e 2021. Foram dias difíceis para todos que fazem parte da comunidade escolar: um misto de sentimentos, saudades, perda de familiares, amigos e desconhecidos, o psicológico afetado, bombardeado pelas notícias divulgadas diariamente na mídia nacional e internacional, mas graças a Deus estamos vencendo. 

Tivemos que nos reinventar, conviver dentro do expediente e fora dele com a tecnologia, fazendo da nossa casa a extensão da escola, dividindo nosso tempo com as famílias dos alunos e funcionários. A rotina era abre câmera, fecha câmera, e acabamos nos acostumando, alternando reuniões e formações a distância, através das seguintes ferramentas: You Tube, Google Meet, Zoom, SIGEDUC, Google Forms, WhatsApp...

Em meio a decretos governamentais, houve relatórios de acompanhamento das ações desenvolvidas, aulas remotas, retorno com 50% dos alunos presenciais, depois 100%. Foi muito trabalho para a gestão, coordenadores, professores, secretários escolares, digitadores e pessoal de apoio, a fim de seguir o protocolo de biossegurança no enfrentamento à COVID-19 e variante.

Assim, a Escola Estadual Monsenhor Joaquim Honório, localizada em Guamaré/RN, encerrou o 4º bimestre com um Projeto Pedagógico o qual faz parte do calendário escolar, embora não tenha sido aberto à comunidade local, como anteriormente acontecia na praça em frente à escola.  As oficinas e culminância do projeto ocorreram nas salas de aula e no pátio. Houve bastante envolvimento das turmas. 

O tema foi: "Um diálogo entre meu percurso escolar, minha história e meu lugar no mundo".

As modalidades de ensino da referida escola são o Médio regular e EJA-Médio, por isso a escolha do tema foi um incentivo para os alunos repensarem sua condição de estudante e como podem contribuir com a sociedade e se decidirem na profissão.

Utilizaram poemas, cordéis, memoriais, maquetes, entrevistas, pesquisas, Minimostra de Profissões. Os alunos de uma turma prepararam uma cápsula do tempo que foi enterrada para ser reaberta em 2027... Até lá muitas águas irão rolar; então, saberemos o destino que cada um tomou a partir da reflexão feita nessa semana acerca de algumas profissões e o mercado de trabalho, tendo a escola como uma ponte orientadora, facilitadora e incentivadora na medida do possível.

Eu, Samara Gadelha de Miranda, na condição de gestora, e Iaponi de Abreu Maurício, Vice-gestor, parabenizamos todos os envolvidos direta e indiretamente no Projeto. Reconhecemos a importância dos professores como formadores de opinião na formação de protagonistas, pois a programação teve o objetivo alcançado, centrado nos alunos. 

Foi primordial o apoio da Coordenação pedagógica: Marciano Vieira de Melo, Ana Borges Cunha e Mariana Furtado. 

Também não podemos esquecer do apoio da Coordenadora Financeira, Samantha Arruda, do porteiro Manoel, das merendeiras Neuma, Gousima, Lenilda, Neide e Rochele, juntamente com os da limpeza: Glória, Lucivânia e Renata, que garantiram o zelo com o espaço físico e a segurança de todos. E ainda tivemos na Educação Especial a professora auxiliar Elilde e a cuidadora Joaquina. 

O sucesso ocorreu por trabalharmos em equipe e de forma democrática.

Parabéns, heróis e heroínas! Vamos seguir olhando para a frente e para cima!

























domingo, 25 de julho de 2021

O QUE MUDOU NO MUNDO, APÓS A COVID-19?

Aos poucos, no cenário mundial, a vida volta à normalidade. Igrejas, escolas, shoppings e áreas de lazer estão sendo reabertos, porém, boa parte da população ainda não se sente segura, pois sabe que os cuidados deverão ser redobrados.

Não basta se vacinar; é preciso continuar com o protocolo de biossegurança. Pais e alunos ainda temem retornar ao ambiente escolar e ao trabalho, uma vez que estarão em contato com várias pessoas compartilhando o mesmo espaço físico.

Que lições foram aprendidas com a pandemia? Que precisamos perdoar e amar uns aos outros; que não há ninguém melhor nem pior; que a palavra de Deus é a final, e a valorizar mais a nossa vida e a do próximo.

Talentos foram revelados, surgiram novas oportunidades de serviço delivery. A vida foi se reinventando no envolvimento com a tecnologia. A ciência buscando solução para salvar vidas. Crianças, jovens e idosos tentando dominar as plataformas digitais. Os fatos ocorrendo antes ou após reuniões virtuais. O nível de ansiedade das pessoas aumentou com o distanciamento social, e sentimos falta do colo, do sorriso, do aperto de mão, do cheiro, do beijo e o do abraço.

Apesar de existirem diversas doenças, como por exemplo, a dengue, o foco das atenções tem sido a COVID-19 devido o número impactante de mortes e, desse modo, os anos de 2020 e 2021 significaram purificação para as vidas, em especial, das que se aproximaram mais de Deus por medo de morrerem ou mesmo por amadurecimento espiritual, e até das que "tiveram o fio de prata rompido".(Eclesiastes 12:6)

Eu tive o vírus, perdi familiares e amigos, aprendi muito com tudo que enfrentei. Vejo que  apesar das dificuldades, lutas, dores e perdas, vale a pena comemorarmos cada dia que Deus nos dá oportunidade de respirarmos e sabermos que estamos sendo úteis; não apenas existindo, mas produzindo e plantando a semente do bem, levando vida ao nosso redor.

A Deus toda a glória! Ele está no comando, como diz um provérbio popular: "Deus sabe o que faz, e o homem não sabe o que diz".




sexta-feira, 25 de junho de 2021

TEMPO DE CRISE? VEJA COMO PROCEDER!

Você já ouviu alguém dizer que o momento de crise abre oportunidades? Pois é. Uma prova disso está sendo esse período de pandemia da COVID-19.

O número de autônomos aumentou em venda de alimentos, cosméticos, sabe por quê? Porque alguém sonha, acredita, planta, executa, avalia e colhe. Tudo começa com o primeiro passo, por isso deixo algumas dicas que têm dado certo com muita gente. Você pode sonhar também e ir em frente. Vejamos!

DICAS DE REVENDEDOR:                   

Você não deve ter medo da concorrência nem de crise;

Procure vender várias marcas ao mesmo tempo;

Comece conquistando a família e os amigos como clientes;

Use os produtos; é a melhor propaganda;

Goste sempre de estar com as pessoas;

Crie vínculo com o cliente como sendo uma pessoa da família;

Seja comunicativo(a), alegre;

Conheça bem os produtos para passar segurança ao cliente;

Procure dar aos clientes o melhor atendimento;

Antecipe os kits das datas comemorativas: (dia das mães, dos pais, das crianças, dos namorados e do período natalino);

Aproveite as oportunidades de comprar com desconto e ter um estoque;

Informe aos clientes os preços promocionais;

Divulgue os produtos nas redes sociais;

Poste diariamente as ofertas;

Tenha o comprometimento na entrega e no prazo;

Seja visionário(a), desafiador(a); 

Estabeleça metas;

Nunca desista;

Invista o lucro;


CONSEQUÊNCIAS:

Será reconhecido pela empresa;

Aumentará o círculo de clientes;

Fará novas amizades;

Elevará a autoestima;

Alcançará êxito.

domingo, 14 de fevereiro de 2021

GATOS E RATOS

Você consulta a mídia e só vê ou escuta comentários sobre desentendimento, divisão, divergência, discussão em torno dos medicamentos usados como tratamento da pandemia com a qual já convivemos há 1 ano. Pois é, durante 1 ano tanta coisa aconteceu: morreram familiares, amigos, desconhecidos, e não se tem uma resposta concreta para a cura.

Onde estão os indigentes, os drogados, os alcoólatras? Estão fora dessa estatística?Ninguém os procurou? Será que foram esquecidos por viverem tanto tempo nas ruas, chegando a perderem o vínculo familiar?

Só morre pobre ou rico? Direita ou de esquerda? Essa doença tem preferência apenas por idosos, hipertensos, diabéticos, pessoas que apresentam comorbidade? 

Sinto que ainda somos cobaias nesse jogo entre países que querem ter o controle da economia mundial, supremacia, e controlam até nossa vontade.

O certo é que não se sabe de tudo. E os países brigam, tentam provar que sua vacina é a mais eficiente. A população se apavora, se inquieta, se desespera, porque não sabe quem tem razão.

O comércio vende remédio, máscara, álcool 70º, mas a resposta final é a de Deus, sabendo que a respiração, o fôlego de vida, é Ele quem dá. 

Milionários morrendo sem fôlego, com tanto dinheiro, porém, precisamos invesitr na saúde preventiva. Devemos melhorar a imunidade e saber conviver com a doença. Esta não é a primeira nem será a última.

Devemos ter pensamento positivo, ocupar a mente, olhar para a frente, planejar, e não nos deixar abater, pois o fator psicológico interfere. 

Eu digo assim: sai pra lá, doença maldita! Você não nasceu comigo nem veio para ficar. Deus é maior. E me previno usando máscara, passando álcool nas mãos (antes e depois de tocar os objetos compartilhados), mantendo a distância recomendada, trabalhando muuuuuuito, colaborando com Deus; no caso, orando e agindo.

Estou trabalhando na linha de frente, convivendo com pessoas que estiveram doentes ou conviveram com familiares enfermos. Não tenho como fugir. Conto com a misericóridia de Deus e vou aproveitando cada segundo da vida. 

Sinto-me em paz e tento acalmar cada um de vocês na medida do possível. Quem morre de véspera é peru, e o Natal já passou. Vamos viver a vida!

Nessa briga entre gatos e ratos não quero ser a isca, e torço para que você não seja. Pense nisso! Que Deus nos abençoe!

terça-feira, 11 de agosto de 2020

DIA DO ESTUDANTE EM TEMPO DE PANDEMIA



Sou gestora de uma escola estadual, e hoje, 11 de agosto (Dia do Estudante), enviei mensagem aos alunos tentando motivá-los a seguirem com gosto a carreira estudantil, despertando a consciência para entenderem a importância de ser estudante. 

Falei que não são apenas número no diário de classe; aluno é pessoa, é gente, e a sociedade espera muito deles para que sonhem alto, plantem sonhos, mas estudem, porque somente quem estuda pode fazer a diferença.

Estudar é ter sede de conhecimento. É querer "beber" sempre mais da fonte do saber científico sem esquecer o que é partilhado na simplicidade e na experiência de vida; é não se limitar ao que já aprendeu, mas mergulhar na curiosidade.

O ano de 2020 tem sido atípico, com distanciamento de alunos e funcionários, no modelo de aulas remotas, lives, mas nos ensinou muito, principalmente, a sentirmos falta do outro e a sermos solidários, pois nos sentimos privados de abraço e de aperto de mão devido à pandemia do Corona Vírus (COVID-19). 

Comentei que esse dia é para fazerem uma pausa e verem como estão na condição de estudante. E assim, aconselhei os alunos por meio do whatsapp, e a alguns pessoalmente, a não desistirem da escola e não perderem o contato com o estudo.

Sejam motivados para quando retornarem à escola saberem aproveitar cada vez mais esse espaço. Busquem interagir e se atualizar.

Peçam sabedoria a Deus para discernirem o que os leva para frente, desvia para aos lados ou os arrasta para trás. Lembrem-se: para a frente é que se anda. Façam a parte de vocês, sejam interessados, comprometidos, procurem direitos, cumpram deveres e estudem para avançar. A mente não se cansa de aprender.

Parabéns para vocês: crianças, adolescentes e adultos! Sintam-se abraçados! 

sexta-feira, 10 de julho de 2020

EU MUDEI, VOCÊ MUDOU, O MUNDO MUDOU

Boa tarde a todos!
Vocês estão bem, leitores?
Fiquei quase 1 mês sem postar mensagens neste blog, porém, li muito durante esses dias, observei os fatos ao redor, conheci muita gente e novas ferramentas digitais de comunicação por curiosidade e por necessidade no trabalho.
É hora de refletir!
A pandemia mexeu no físico, na mente, no lado material e no espiritual?
A humanidade se conectou mais com Deus?
Tornamo-nos pessoas melhores?
O que aprendemos de março até hoje com o distanciamento e o isolamento que nos foi imposto no lado social?
Que perdas tivemos?
Que ganhos levaremos para os anos que nos esperam?
Passamos a valorizar mais a família, os amigos e a própria vida?
Quantas experiências, não é mesmo!
Com certeza, a Pandemia COVID-19 nos ensinou muito. De uma hora para outra foi o último dia de culto presencial, e hoje é online. A nossa casa virou ambiente de trabalho. Tivemos que nos adaptar ao horário comercial com o lockdown, e por aí vai com tantas novidades para crianças, jovens e adultos.
Tudo que é novo assusta, e para nós, por mais que Pandemia não seja novidade na história da medicina, é a primeira vez que lidamos com a situação: o medo de ficar doente, o medo de abraçar, o medo de visitar, o medo de tomar remédio, o medo de contaminar o outro, o medo de morrer, o medo do futuro...
Cientistas, médicos e demais profissionais não sabem muito a respeito do corona vírus. 
Cada dia é uma oportunidade de aprendizagem.
Vamos continuar a luta! Esse vírus não vai sair fácil do nosso meio. Teremos que conviver, porque foi mais um instruso que veio mudar nossa rotina. 
Nada acontece à-toa em nossa vida. "O que se planta colhe."
As aulas no estilo remoto vieram para ficar, alterando a vida da comunidade escolar.
Haja reunião e WEB Conferência! Também as compras no estilo delivery ou drive thru ocorrem com o intuito de evitar aglomeração.
Foram mudanças que nos fizeram rever conceitos e valores.
medo do desconhecido. É esse medo que nos faz ir em busca de alternativas que encontrem uma solução para os problemas.
O mundo aprendeu a conviver com o sarampo, a tuberculose, a catapora, a caxumba,
rubéola, o H1N1, o câncer, o HIV, e demais enfermidades; com COVID-19 não será diferente.
Precisamos fortalecer o sistema imunológico, e os remédios só farão efeito se a mente ajudar. Portanto, temos que ser mais solidários, calorosos, e nos amar para termos amor para passar aos outros em qualquer idioma.
Vamos em frente!
Desistir jamais!
Pensamento positivo!
Lembre-se que por trás da máscara há um ser frágil que chora, sente dor, raiva, pede socorro, e que depende de Deus e do próximo para ser completo.
Juntos venceremos se nos amarmos verdadeiramente. 
O amor cura todo mal.
Deus habita onde há amor.
Conte com minhas orações. Estas são expressões de amor de quem ama a vida e quer que os outros também vivam.
Fique com Deus: o Autor da Vida e do Amor.

domingo, 29 de março de 2020

O TAL COVID-19

Nós podemos dizer que o COVID-19 é a nova versão de um vírus que existe há décadas, o corona, que possui formato de "coroa". Recebeu essa denominação, porque no final de dezembro de 2019 veio provocando uma pandemia, atacando humanos e levando-os à morte de maneira assustadora.

O mundo parou quando saiu decreto de autoridades brasileiras e estrangeiras determinando a quarentena, pedindo para a população ficar em casa com o propósito de evitar que o vírus se manifestasse em massa na mesma época, numa tentativa de diminuir a curva de contaminação, tendo em vista o que ocorreu na China e na Itália, onde houve o maior número de vítimas. Depois foi a vez dos Estados Unidos, Espanha, Inglaterra e agora espalha-se na África.

A doença não prioriza cor, raça e sexo, porém, fica de olho na idade. Ela destrói a vida de idosos e de crianças indefesas devido à fibrose nos pulmões, que traz dificuldade respiratória e com chance mínima da pessoa sobreviver se sofrer de diabetes, se for hipertenso ou acima de 60 anos. É o chamado grupo de risco.

Sabe-se que teve início na China em consequência do consumo de morcego na alimentação, por se tratar de ambiente frio e insalubre. Daí a necessidade de manter as mãos limpas com álcool gel 70% como prevenção e, ainda, evitar contato com espirro e saliva de alguém gripado. Havendo boa imunidade pode ser apenas um resfriado, entretanto, no paciente com defesa baixa é comprometedor.

Começa sendo uma gripe comum com febre, tosse e evolui para a pneumonia. Esta é a fase perigosa, porque falta equipamento que poderia auxiliar na respiração. É material caríssimo em que há pouca quantidade em relação à demanda para atender várias pessoas ao mesmo tempo.

É lamentável saber que as nações investiram para enfrentar guerra nuclear, no entanto, foram apanhadas de surpresa por agentes invisíveis, vírus. Esqueceram da saúde. 

Desde que a mídia noticiou o surgimento da doença, a situação vai se agravando em clima de pânico e terror, passando a tomar conta do emocional das pessoas; ou seja, o medo vai paralisando a sociedade, à medida que a mesma tenta seguir as orientações dadas pelos profissionais de saúde.

Os doentes começaram a amontoar os hospitais. Foi necessário fazer escalas para trabalhadores das empresas públicas e privadas seguirem a rotina do serviço.

Nas redes sociais passaram a circular vídeos contendo poemas, paródias, humor, além de áudios. 

O comércio foi fechado. Passou a oferecer serviço no modo delivery. A entrada de clientes em supermercados passou a ser controlada, bem como em restaurantes, cinemas, escolas, farmácias... Até as praias foram esvaziadas para evitar aglomerações.

Sequelas virão de tudo isso no corpo e na economia do governo nacional e internacional. Há muita incerteza no ar.

Pessoas religiosas retiram explicações da bíblia como conforto para controlar a ansiedade, a angústia e a confusão mental, apegando-se às profecias, entendendo que se trata do tempo do fim mencionado por Jesus Cristo em Mateus 24 e por João no Apocalipse.

E desse modo, cada dia de vida é celebrado com gosto, pois não se sabe como será o outro dia.

De uma coisa sabemos, estamos aprendendo com o distanciamento social a partir do fechamento das igrejas e dos demais lugares públicos. Reconhecemos a fragilidade do ser humano e nossa dependência de Deus, uma vez que ser cristão vai além de frequentar diariamente os cultos, missas, reuniões. A essência de viver o cristianismo é querer estar com Deus individualmente ou na coletividade. É sentir necessidade de proteção divina, e não se limitar simplesmente ao encontro costumeiro de irmãos de fé.

Enfim, o mundo parou, as famílias tiveram tempo para se encontrar em casa, longe da correria da agenda diária. Reforço que muitos religiosos estão encarando de certa forma como permissão de Deus para crescimento espiritual da humanidade. 

As pessoas passaram a valorizar as mínimas coisas: o abraço, o aperto de mão, quando sentiram falta ao manter a distância de 1,0 m (1 metro) ou 1,5 m (1 metro e meio) nas filas. Muitos voltaram a se sensibilizar, a chorar, quando há muito tempo isso não acontecia por estarem com o coração endurecido. Estavam materialistas, correndo atrás do lucro, esquecendo princípios, costumes, família, e hoje querem calor humano.

Os 15 dias de distanciamento social estão quase se estendendo para 30 dias, gerando inquietação, enquanto aguardam a normalidade.

Por um lado, o comércio explorando no preço da dipirona, do álcool gel e de máscara, quando algumas pessoas não têm um termômetro em casa, e por outro, os profissionais da área médica sem boas condições de trabalho, arriscando a própria vida em favor de outras, mediante a realidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

É o caos econômico e social. Precisamos nos unir.

Que Deus nos abençoe e nos dê sabedoria no rumo à vacina!