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quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

CARTÃO DE CRÉDITO: UMA FACA DE DOIS GUMES

Está quase finalizando o mês de janeiro. Este é o período de férias escolares e de trabalho em que as pessoas mais viajam, fazem compras, quando ainda estão se organizando financeiramente, tentando se recuperar das contas feitas em dezembro. Deveria haver economia, mas as pessoas se deixam levar pela propaganda, consumismo e pelas facilidades do cartão de crédito.

Muitas pessoas compram por estar na moda e por compulsão. Eu já fui vítima desse desejo incessante de gastar, principalmente nas chamadas fases de TPM. Vim melhorar quando casei, tive filho e me vi obrigada a controlar os recursos para somar com os do meu marido nas despesas de casa. Isso mesmo, a vida de solteiro(a) contribui para os gastos impensados, no entanto, os compromissos da vida de casado nos impulsionam a refletir melhor.

Ser concursado(a) no emprego nos dá uma certa segurança, estabilidade, porém, não se deve pensar somente no momento presente. O futuro é incerto, ainda que seja planejado, porque só Deus sabe com exatidão como será. 

Assim, após décadas, aprendi que precisamos ter reserva para cuidar da saúde, dos imprevistos, para presentearmos ou comemorarmos eventos e fazermos doações às instituições filantrópicas.

Portanto, aqui vão algumas dicas: 

Organize o orçamento para o ano em vigor, separando despesas fixas e despesas variáveis;
Deixe o cartão de crédito em casa, pois é uma ferramenta muito convidativa a se fazer gastos desnecessários. Saia de casa levando apenas a lista de compras;
Só compre se houver necessidade extrema, e não por que está barato e em promoção;
Evite comprar por você ver que a maioria dos seus conhecidos compraram;
Tenha paciência e procure comprar à vista. Você sai ganhando com os descontos. Verá que com os juros dá para se fazer nova compra;
Fique alerta! Cartão de crédito e empréstimo ajudam na hora que mais precisamos, entretanto, ficamos presos às parcelas. E as prolongadas, então, iludem com o preço baixo e mais tempo para pagar.
Não seja acumulador(a); compre apenas o essencial.
Pesquise os preços, pois no mercadinho do bairro pode estar barato ou caro da mesma forma que nas lojas do Shopping. Vale a pena sondar e andar um pouco mais. 
Invista em curso, viagens, lazer, saúde; aplique em cofrinhos, caixinhas.

Você pode pensar e até dizer: o dinheiro é meu, gasto como quiser, mas eu aconselho a economizar. Falo por experiência própria, na situação de consumidora e empreendedora.

Aprendi com a bíblia que, na multiplicação dos pães e peixes, Jesus Cristo deu uma lição de economia ao dizer que guardassem o restante. Logo, diga não ao desperdício!

Que tal fazer seu ano de economia! Ele está apenas começando. Procure agir, pensar positivo e realizar sonhos comprando à vista; se não for possível, use o cartão de crédito equilibrando a razão e a emoção. 

Seja bem-vindo, primeiro salário de 2024!






sexta-feira, 28 de outubro de 2016

28 DE OUTUBRO - DIA DO FUNCIONÁRIO PÚBLICO

Posso lhe chamar de servidor ou funcionário? Vou perguntar de outra forma: você serve ou desempenha uma função no setor?

Independente do título de servidor ou funcionário, você pode exercitar a gentileza, ser útil (andar a segunda milha), ao se dispor em colaborar com o setor. E assim você se dá conta de que é importante para a instituição, apesar de ter a sensação de que seu trabalho não é visto ou não é valorizado.

Hoje você está de folga, porém, pode perguntar: _ Comemorar o quê? Pois o salário está atrasado e paira no ar a insegurança de perdermos vantagens e direitos. Ainda temos estabilidade; não sabemos até quando, e o direito à aposentadoria se encontra fragilizado.

Anteriormente o trabalhador tinha status ao se identificar como funcionário público, entretanto, a realidade atual é outra, de insatisfação. Ele sente vergonha porque alguns estão numa situação difícil a qual o salário, além de atrasado, não tem um reajuste digno. É um descaso. É o que acontece com os educadores da rede estadual do Rio Grande do Norte, juntamente com os profissionais da área de saúde, segurança, os do setor burocrático (assistentes e técnicos administrativos) e pessoal de apoio. Sendo assim, como fica a autoestima?

Reconheço que há muito por fazer, a  luta continua, mas trabalhemos gostando do que fazemos! Atitude é a palavra-chave. A sociedade precisa de nós. Então, se você só faz o que gosta deixa a desejar no seu ambiente de trabalho, porque existem os que estão na vaga pelo salário, por falta de opção ou por oferecerem mais vagas no concurso. É bom repensar a sua situação. Que você reflita nesse dia.

Coloque amor no que faz; isso faz toda a diferença. Parabéns!