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domingo, 12 de fevereiro de 2017

A FÉ E O MEDO: COMO IDENTIFICAR A FRONTEIRA?

Algumas pessoas me perguntaram: _ A senhora sabe que vai cair um meteoro e destruir a terra? Eu confesso que não tenho medo, pois minha regra de fé é a Bíblia; nesta está escrito sobre vários acontecimentos que se sucederão no tempo do fim. Por exemplo, ainda ocorrerão as pragas do apocalipse, entre tantos acontecimentos escatológicos. 

Ter medo de quê? "Fé é a certeza de coisas que se esperam e a convicção de fatos que não se veem." Hebreus 11:1 


Eu sei que a Bíblia não está sobrevivendo à-toa. Por que eu deveria ter medo do meteoro se não é assim que eu acredito no momento final da história da terra? 

Muitas pessoas querem crer apenas nas Ciências e não nas profecias bíblicas. Por outro lado, quem acredita sofre antecipadamente. Vivamos cada dia calmamente! Cabe a cada dia o seu mal. (Palavras de Jesus segundo os evangelistas). Por que antecipar sofrimento?

Abramos a Bíblia, vejamos Mateus 24 e peçamos a Deus sabedoria, discernimento do que virá. Não permitamos ser enganados por falsas promessas, pois até agora a Bíblia não falhou. E Deus revela com antecedência o que vai fazer, mas o dia e a hora ninguém sabe, no entanto, Ele deixou os sinais de que o fim está próximo.

Ele não pede para pararmos no tempo e no espaço. Devemos levar uma vida normal sem perdermos o foco,  o alvo da vida eterna.

É hora de tirarmos a Bíblia da estante e abri-la com oração. Às vezes temos o remédio adequado a uma doença, dentro de casa, e temos medo de tomá-lo. Não perca tempo. Abra o seu ser para entender o Apocalipse. Esteja disponível a aprender cada vez mais. O fim virá, quer façamos a nossa parte ou não. Não devemos ter vergonha de Deus e da Bíblia.

"Deus é tão bom que revela o seu segredo aos profetas." (Amós 3:7) Ele antecipa os fatos para nos prepararmos.

Já passou meteoro, virão outros, mas não é por aí. Eu lhe convido e desafio a estudar a Bíblia e a viver pela fé, continuar fervoroso(a), pronto(a) para morrer dizendo as últimas palavras do apóstolo Paulo, que foram: _  Eu sei em quem tenho crido.

domingo, 23 de outubro de 2016

SUSTO, MEDO OU FOBIA?


É normal alguém ter susto por alguma coisa, até sentir medo, mas não devemos deixar que o medo nos domine a ponto de ficarmos enclausurados, encolhidos como um caramujo.

Pode ser que o medo se dê por timidez ou em consequência de um trauma, mas no instante em que a situação vira pânico é hora de tratar.

Conheça alguns tipos de fobia. São termos originários do grego.

Catsaridafobia - medo de barata;
Coulrofobia - medo de palhaço;
Claustrofobia - medo de ambiente fechado;
Abissofobia - medo de abismo, precipício;
Talassofobia - medo do mar;
Agorafobia - medo de multidão;
Acrofobia - medo de altura;
Cinofobia - medo de cachorro;
Aerofobia - medo de estar ao ar livre, de ficar exposto a correntes de ar e medo de viajar de avião;
Anemofobia - medo de correntes de ar, de ventania.

Nem sei se existe nome para todas as fobias, mas sei que há o medo de dirigir, de falar em público, medo de escuro, medo de morrer... 

É tudo questão de cabeça mesmo, pois desconheço que exista o medo de pegar em dinheiro, em comida. 

Eu tenho algum desses, mas reconheço que é tudo de fundo emocional. Estou me controlando para enfrentar o medo, pois este é o melhor remédio. 

Sabe de uma coisa? O primeiro passo é não revelar qual é o seu medo, pois se alguém perceber seu ponto fraco, pode querer forçar a barra e lhe colocar frente a frente com o perigo. Sozinho(a) busque uma terapia e prove a si mesmo(a) que venceu. Busque ajuda em Deus, no psicólogo ou no psiquiatra, pois se o amigo(a) não deu certo, riu de sua fraqueza, é o seu momento de agir. 

Concluindo meu raciocínio, nem tudo que se cisma tem origem patológica; então, não vamos confundir as coisas, para não nos tornarmos escravos do medo, e isso virar uma fobia.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

PEGADINHAS DE PALHAÇO ESPALHAM MEDO PELO MUNDO


A que ponto nós chegamos! Pessoas se vestem e se pintam como um palhaço para assustar outras. Que brincadeira de mau gosto!

Tudo começou nos EUA com a divulgação de cenas de um filme cuja história é de um palhaço assassino. Está explícito que o início se deu com uma pegadinha. Daí viralizou de uma forma tal, que em vários países copiaram a ideia e a situação vem acompanhada de violência.

Isso além de assustar crianças e adultos pela forma que se apresenta, passa uma imagem negativa dos palhaços. 

Por que para fazer o mal aparece tanta gente, enquanto para se multiplicar o bem, recuam? Precisamos de pessoas para aliviar a carga do dia a dia e não esses monstros que desafiam a população.

Na verdade está se aproximando o dia das bruxas para os norte-americanos, o chamado dia de Halloween. Então, que loucura é essa? Vamos ser pessoas normais! Vamos colaborar com o mundo de modo positivo, que acrescente alegria, que é próprio de palhaço, em brincadeiras saudáveis e não de forma ridícula.

Um artista circense acaba sendo prejudicado por muitos desocupados. Arranjem uma ocupação proveitosa, produtiva e honrosa em vez de rirem dos outros. Chega de desgraça! Mostrem o rosto. Herói é quem encara olho no olho. 

Eu amo a arte circense, e tomo as dores do verdadeiro palhaço, que ganha seu salário de maneira honesta, pois não é coisa de Deus o prazer de fazer o mal. E espalhar essa imagem distorcida do empreendedor do riso, não dá mesmo!

Pois é, gosto de ver palhaços levando alegria no circo, nas ruas, em hospitais, em prol de uma causa. O que se vê agora é "trolagem" de um lado e de outro, uma vez que monstros assustadores espalham vídeos na internet. Eu pergunto: em troca de quê? São brincadeiras do mal. Sejamos vigilantes e não dormilantes! Observem o tempo em que estamos vivendo, de irreverência e retrocesso, em vez de evolução. 

Leitor, de que lado você está? Façamos o bem! Espalhemos alegria! Não concorde com esse tipo de palhaçada que dá ibope. Alguém lucra com isso, e paralelamente, a violência desanda. Queremos brincadeiras saudáveis e poder estar tranquilos em qualquer ambiente.

Quem é palhaço voluntário, pessoa de bem, é importante ficar alerta para não ser confundido por aí com o palhaço maldito e ser surrado, como já se soube de casos que aconteceram. Ah, o Brasil também já registrou notícias desse tipo. Que pena! Confira, busque na internet um caso que houve em Uberaba, no Triângulo Mineiro-MG. Todo cuidado é pouco!



quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O MEDO DE FALAR EM PÚBLICO

Você acha bonito ver alguém falar em público? Gostaria de ser um bom orador, de melhorar sua oratória? 

Quando você é chamado para ir à frente de um grupo de pessoas, em uma reunião, em um seminário, é do tipo que fica com as mãos e os pés suados, dá vontade de ir ao banheiro, as pernas tremem, o coração dispara, a pele do rosto fica vermelha e a voz embargada? Estou falando com a pessoa certa. Eu também já fui assim, e por ter perdido muitas oportunidades, aprendi a vencer esses obstáculos, e quem sabe, ajudarei a lhe tranquilizar.

É nervosismo? É tudo isso e ao mesmo tempo nada....A verdade é que acha que sabe tudo e na hora dá um branco. Muitas pessoas têm a mesma sensação e algumas procuram fazer curso de oratória.

Eis algumas técnicas que aprendi  com a rotina da minha profissão e atuação no trabalho missionário: pesquise bastante o tema que lhe é proposto; prepare o texto; ensaie na frente de alguém da família, da escola, da igreja ou de um espelho, quantas vezes achar necessário, até se sentir segura; mentalize, revise, principalmente com um relógio de lado se souber quando tempo terá para se expressar diante de um número "x" de pessoas.

O maior conselho que lhe dou é ter humildade, uma vez que a exaltação pode atrapalhar, de tanto a pessoa se preocupar em falar corretamente, preocupando-se também com a imagem e a postura. Não fique olhando para cima ou para baixo, encare cada um que estiver na sua presença. Procure ser o mais natural possível. Isso também serve para quem canta. Pode ser um mestrando, um doutorando na hora de defender uma tese, fogem as palavras se deixar dominar-se pela tensão e pelo orgulho.

Eu iniciei minha vida no interior. Aos 13 anos, fui morar na capital. Estudei inglês, espanhol e alemão, mas minha formação na Universidade foi em Língua Portuguesa, sabe por quê? Porque eu tinha vergonha da minha fala, do meu sotaque pesado e arrastado, por ver assim representado na televisão quando faziam chacota com os nordestinos, e ainda fazem. Aos 20 anos, lá estava eu na Universidade de São Paulo-USP em um curso de Especialização, poderia ter aproveitado mais, no entanto, falava o suficiente, pois eu me bloqueava quando sabia que era a minha vez de falar. Sentia-me bloqueada ao ver olhares na minha direção.

Hoje, passados "vinte e uns anos", amadureci, e não ligo mais para isso. Conscientizei-me que sou professora, e qual é a ferramenta mais importante que possuo? Minha voz. O que me ajudou mesmo, graças a Deus e a todos que me deram oportunidade de falar, foi a escala de sermões da igreja e aulas particulares que também realizei durante anos. Fui ficando calma, e conquistando meu espaço.

Então, o segredo é esse: enfrentar o medo, pois longe dos alunos, do meu grupo de evangelismo e de um microfone "sou um peixe fora d'água". Esse é o meu mundo. E o mais gratificante é ver alguém balançando a cabeça confirmando que está gostando. Só precisamos de oportunidade para irmos mais longe.

É isso aí, apresente-se para seu público, vá em frente. Não pense que o outro sabe mais que você, pense que estão no mesmo nível de conhecimento, compartilhando ideias, crie o clima de parceria, procure interagir com os ouvintes e verá o retorno imediato. Se errar, disfarce, não perca tempo se explicando, corrigindo o erro.

Vamos partir para a prática? A vez agora é sua, fique à vontade.