Que amor! Pensar em mãe é pensar em proteção, carinho, cuidado, zelo, preocupação, mas será que o instinto materno está em todas as mães? Infelizmente, não!
Ser mãe não é simplesmente ser reprodutora; é acolher, é aconselhar, é orientar, mesmo que seja de longe, porque muitas vezes, as circunstâncias da vida separam mãe e filhos, e ainda assim, pode acontecer do futuro aproximá-los.
Ser mãe é passar noites de sono para trocar a fralda ou avaliar a febre no termômetro. É esperar o(a) filho(a) retornar do trabalho, mesmo que esse(a) já seja pai ou mãe.
Ser mãe é cobrar do(a) filho(a) a responsabilidade que lhe compete diante da vida, e não só cobri-lo(a) de presentes.
Ser mãe é vibrar com o filho na vitória e chorar na derrota. É participar das brincadeiras, é sonhar.
O amor dela é comparado ao de Deus, porque é sinônimo de perdão, doação, compreensão...
A mãe possui um sentimento intuitivo. Ela pressente quando algo vai dar certo ou errado. E pode ser a de qualquer parte do mundo, rica ou pobre, do condomínio ou da tapera.
Lembro da primeira vez em que li o texto bíblico o qual o rei Salomão pediu sabedoria a Deus para descobrir qual era a verdadeira mãe numa causa que ele precisava resolver. E Deus lhe concedeu o discernimento necessário de ver que o amor de mãe fala mais alto.
É mesmo um amor incondicional e sem fronteiras. Como disse o poeta: é a flor mamãe que só nasce no jardim do coração.
Mãe chora silenciosamente e consegue disfarçar para não ver o filho triste. Chora de alegria ao ver o filho nascer e chora de saudade quando o filho decide sair pelo mundo e conquistar seu espaço.
O pai é importante, mas para ele existir foi preciso uma mãe, então, dizer mais o quê?
Parabéns a você, mãe do peito e mãe do coração!
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