domingo, 2 de março de 2014

SOBRENOMES INICIADOS COM A LETRA "E"

Easton
Ebert
Eça
Eden
Eduar Giaretta
Efron
Eiffel
Eiras
Eisenstein
Eisnitz
Ejnisman
Eldasi
Elizondo
Ellerby
Ellis
Elmaleh
Elpídia, Elpídio
Eluard
Emerim
Emerlindo
Emerson
Emiliano
Emmer
Emmer
Emmett
Endler
Eno
Ensminger
Epaminondas
Erburu
Ercolani
Ericson
Ermel
Ernesto
Érnica
Ertel
Escandón
Escarião
Escarpit
Escórcio
Escovar
Eslea
Esquerdo, Esquierdo, Isquerdo
Essler
Estanislau
Estivill
Etchechurry
Etchepare
Euclides
Evaldt
Evremides 

SOBRENOMES INICIADOS COM A LETRA "D"

D’Acri
D’Albertas
D’Alessandro
D’Escragnolle
D’Metchello
D’Orbigny
Da Fonte
Dacoreggio
Dagres
Daibert
Dalforno
Dalkmin
Dall’Ara
Dallanhol
Daly
Damon
Dancini
Daneluz
Dangelo
Darc
Darif
Das Chagas
Dassie
Dassio
Daudt
Daulte
Davino
Davoli
Daw
De Bivar
De Bona
De Conti
De Felice
De Freycinet
De Geyter
De Giorni
De Vizia
De Volld Debarbieux
Decarle
Defana
Defooz
Degani
Dehon
Deimling
Del Cueto
Del’Acqua
Delesporte
Deleuse
Delgarte
Delijani
Delmaestro
Delmonti, Delmontiê
Deluqui
Demamam
Demattos
Dênis
Deppman
Derby
Desidério
Detsi
Devagarins
Dew, Dewet
Di Biase
Di Creddo
Dianin
Didion
Diez
Dilger
Dingle
Dino
Dionison
Diotallevi
Dirie
Disraeli
Do Rosário
Dobler
Dobson
Doctorow
Doher
Dohmann
Dolci
Dolfin
Doltore
Domanico
Domenich, Domenichelli
Dompieri
Donate
Dondossola
Dönes
Donofrio
Doretto
Dorigo
Doring
Dotta
Doubeux
Doucey
Doudement
Dovigi
Down, Downing
Dozena
Dracena
Dropz, dropp
Droschi 
DTarso
Du Sautoy
DuArt
Duboviski
Dufrayer
Duhigg
Dukan
Dules
Dunaway
DuNuss
Dûpaquier
Dupont
Durier
Duval, Do Val 

SOBRENOMES INICIADOS COM A LETRA "C"

Cabanas
Cabistani
Cabrejos
Cabret
Caccia
Cachel
Cadiano
Caggiano
Caiaffa
Caimi
Caio
Cajá
Cajado
Cajamar
Cajun
Calabrez
Calábria
Calamandrei
Calandre, Calandrino
Calasãs
Calatroia
Calça
Calder, Calderan, Calderini
Calfat
Calfe
Calheiro
Callage
Callum
Calonga
Caltrim
Calungsod
Calviello
Calvina
Calvoso
Camanho
Câmaras
Camarinha
Cambi
Cambraia
Camelutti
Camenietzki
Camini
Camioto
Campestrini
Campolim, Campolongo
Canalini, Canalis
Canazio
Canindé
Canova, Cânovas
Cantagalo
Cantalice
Cantarin
Canteras
Cantet
Canutti
Capela, Capelari, Capelario, Capelas, Capelasso
Capinussú
Capitão
Capote
Cappuzzo
Capulina
Car
Carabagiale, Carabajal
Caramelo
Caratta
Caraúba
Caravina
Carbonari, Carbone
Cárdenes
Cardolaccia
Carinhato
Carli, Carlotto
Carpentieri
Carpi
Carpina
Carradori
Carrenho
Carriger
Carrington
Carson
Cartana
Cartes
Cartwright
Carujo
Casa de Rei
Casaburi
Casaldáliga
Casale
Casana
Cascino
Casiraghi
Casseb
Cassulo
Castilhos
Castle
Cataldi
Catanante
Catani
Catel
Cattering
Cauchy
Cavaco-Cruz
Cavalcanty
Cavatton
Cayres, Cayrus
Caza de Dio
Cechinatto
Cello
Celone
Cercal
Cerda
Cerejeira
Cerello
Cervarolo, Cervasi, Cervelle, Cervinski
Cesena
Cesetti
Cestari
Cevolela
Cezarete
Chabon
Chaer
Chaillet
Chaimovich
Challenger
Chamayou
Chapa
Charlotti
Chasin
Chateaubriand
Chavarria
Chaver
Chavrier
Checucci
Chemale
Cherniak
Chesney
Chevarie
Chiappa
Chiappetta
Chichorro
Chick
Chiellini
Chierchia
Chikami
Chinelli
Chiorino 
Chiozzi
Chirac
Chiuratto
Chodron
Chompoo
Christóvam
Chucre
Chueck
Chueire
Chuvas
Ciardo
Ciarlariello
Cicerone
Cidrin
Cinacchi
Cioran
Ciotti
Ciseski
Cisterna
Clare
Clarinda
Clas
Claudel, Claudino
Clavel
Cleland
Clivati
Clock
Cluzet
Coaglio
Coan
Coates
Coben
Cobuci
Cocchi
Cocteau
Colacciapo
Colli
Colpo, Culpo
Comas
Comassetto
Compagnon
Completo
Comte-Sponville
Conaughey
Confort
Congatan
Conger
Connoly
Consolin
Constansi
Contreira
Converse
Conway
Coory
Corbisier
Corcine
Corcione
Cordero
Cordio
Córdoba
Cordozes
Corey
Cornacchia
Cornaro
Corneles
Cornely
Cornetta
Corr
Corrado
Corrente
Corte Real, Côrtes
Cós
Cosati
Coscarelli
Cosenza
Cosmartino
Costilla
Costola
Cosvier
Cotias
Court
Coutino
Couzi
Cova, Covac, Coval
Cowie
Cozendey
Crane
Cranston
Creeser
Crelier
Crippa
Crisci
Cristofali
Crivaller
Crocodilo
Cronin
Crotes
Crovelli
Crowton
Crumb
Cunácia
Cunegundes
Cunico
Cupertino
Curci
Curió
Curumim
Cusini
Cuspe
Cyrino
Czenes

SOBRENOMES INICIADOS COM A LETRA "B"

Baccagin
Baccarini
Bachofen
Bacichette
Badan
Badeca
Baden, Badenas
Baena
Baeza
Bagehot
Bahadur
Bahdur
Baines
Bairro
Bak
Baker
Baklizky
Balbo
Baldacci
Baledón
Baleia
Balest
Ballesteros
Balloni
Balo, Balogun, Balotin
Balsi
Baltar
Baltresca
Bananère
Bancalari
Bandler
Bandoni
Bandura
Bannister
Bansi
Bar
Bara
Baracco
Barão
Barbedo
Barbeitos
Barbin, Barbini
Bardin
Barioni
Barolli
Baronas
Baroni
Bar-Or
Barrenha
Barrie
Barsh, Barshai
Bartelt
Barthi
Bartilotti
Bartoloni
Bartoshuk
Basch
Bashevis
Basilico
Basini
Basquiat
Batistussi
Battaglia, Battaglino, Battaglio
Battini
Battmann
Bauch
Baudo
Baussier
Baustart
Bava
Baxter
Baya, Bayatyan
Bazaia
Bazana
Beach
Bear
Beatón
Beaumarchais
Bechelany
Beck
Bedaque
Bedê
Bedin
Behn
Beija Flor, Beija-flor
Beira, Beiral, Beiramar
Beiriz
Béjin
Beland
Belarmino
Beles
Bellinello
Bellinghausen
Belloli
Belota
Benaion
Benassi
Benassuli
Benavides
Benchimol
Benck
Bender
Benejam
Benincá
Benjamins
Benjamins
Benson
Bent
Bentzen
Beolchi
Berezin
Bergamim, Bergemeier, Bergental, Berghahn, Bergmaier, Bergonsi, Bergossa
Bergeron
Bergoglio
Bérgua
Berleze
Bernatdino
Bernatene
Bernhoeft
Bernoulli
Berrini
Berthoud
Bertô
Berton
Bertuco
Bertuleza
Bertussi
Besnier
Bespalhek
Bessa-Luís
Bessoni
Betrone
Betteloni
Beuve-Méry
Beux
Bexiga
Beznos
Bhullar
Biancuchi
Bias
Biasutti
Biato
Biazi
Biazoto
Bibancos
Bichao, Bichão
Bicho
Biden
Biela
Bierrenbach
Biesemeyer
Biffi
Bigois
Biker
Bilha
Billings
Billo
Biloria
Bird
Biscaíno
Bischoff
Bitencor
Blanchett
Blanchot
Blasenheim
Blatchford
Blaya
Blecua
Blomkamp
Boa Nova
Boccato
Boccherini
Bockert
Bocskay
Bodour
Boé
Boehme
Boeira
Boente
Bogart
Bohnenberger
Bohnke
Boiça
Boilève
Boisson
Boll
Bollai
Bolo
Bom Conselho
Bomguy
Bomim
Bona, Bonates, Bonavina
Bonansinga
Bonciani
Bonder
Bonemer
Bonetti
Bonfante
Bonfiglio
Boniatti
Bonotto
Boo
Bordonalli
Borgiano
Borio
Bornéo
Borotto
Borsato
Bortolato
Bortot
Borzino
Boscato
Bosch
Bosnich
Boso
Bosser
Bôto, Boto
Bottasso
Bottim
Bougleux
Boulton
Bourrelly, Bourreli
Bourroul
Bouth
Bovary
Bow-Ltaif
Bowman
Bozano
Bozano
Bracet
Braganholi
Brancusi, Branquinho
Brandolin
Brasiliense
Brasilino
Braslavsky
Braswell
Braúna
Brautigam
Brawley
Brazil
Breitman
Breitman
Brelaz
Brenha
Brescia
Bressane
Bresse
Bretãs
Bretones
Brigagão
Brina
Briscoe
Brissolara
Brissow
Briteiros
Briuolo
Brizendine
Brizzolara
Brondani
Bronte
Bronzoni
Brosso
Brousseau
Browning
Brugiato
Brundtland
Bry
Bryan
Buber
Büchner
Buchud
Buettner
Bulard
Bulgarelli
Bunhak
Bunheiro
Bunnell
Bunting
Buonafina
Burro
Bustelo
Butch
Butori
Butterfield
Butterworth
Butti
Buys
Buzaglo
Buzetto
Bygrave 

SOBRENOMES INICIADOS COM A LETRA "A"

AAboe
Aballay
Abbatipietro
Abbéville
Abbiatti
Abbonizio
Abbs
Abdnur
Abdo, Abdon
Abecassis
Abensour
Abich
Abiko
Abla
Abouet
Abraão, Abramides
Abruzzese
Absi
Abuchala, Buchala
Acácio
Aceti
Adão
Adcock
Adeline
Afanas’ev
Agavino
Agénor
Águas
Aguilera
Agus
Agustoni
Ahmad
Airaghi
Aire, D’Aire
Ait
Aita
Aizemberg
Ajub
Akamine
Akanguasú
Alânio
Alano
Albarracin
Alberg
Albini
Albissu
Aldeia
Alden
Aldrin
Alhadeff
Aliberti
Allgayer
Allsup
Almedina
Almeide
Almendary
Almeron
Almoaya
Aloatti
Alpina, Alpino
Altíssimo
Alvariz
Alvisi
Amadori, Amolini, Amores, Amoretti
Amaru
Amatucci
Ambrojo
Ameri
Amirsadeghi
Ammaniti
Ammann
Amyot
Anaya
Andelis
Andradino, Andrasy
Andreev, Andresen, Andrez
Andrikófelys
Andronico, Andrônico
Anes, Anése, Anésia, Anésio, Anessi, Anez
Ânglico
Anibaleto
Aninger
Ann
Annand
Anquier
Ansur, Ansures
Antiqueira
Antoczecen
Antoline
Antonni
Anusic
Apicius
Aplebis
Apostolopoulou
Appel
Appiano
Aprile
Arago
Arancíbia
Arauz
Aravechia
Arbuthnot
Arconato
Ares
Argemiro
Arita
Armas
Armin
Armino
Arnolfini
Arola, Arora
Aronati
Arp
Arribas
Artese
Artidoro
Artieda
Artmann
Artois
Arzivenco
Ascolese, Ascolesi
Ashaki
Ashcar
Aspis
Assal
Assub
Astai
Asth
Astuti
Atlas
Atrezia
Aubrac
Aubry
Austen
Auton
Averill
Aveyron
Aviz
Avritzer
Ayello
Azank
Azavour
Aznar
Azoubel
Azpertini
Azzolin

É CARNAVAL!

Muitos brasileiros investem o ano inteiro para brincar nesse período do ano. Reúnem-se pessoas de várias partes do mundo, principalmente no Rio de Janeiro, para ver o desfile de escolas de samba, onde é tradição. Também é onde acontece o desfile do bloco Bola Preta, que arrasta multidão pelas ruas, sendo o mais antigo do Brasil. Na Bahia, axé e trio elétrico caracterizam tal festividade. Em Recife desfila o Galo da Madrugada, que atrai mais foliões para a capital do frevo. Este foi reconhecido pelo Ghiness Book como o maior bloco. E assim, o Brasil é conhecido como o país do Carnaval.

Antigamente, as pessoas sujavam o rosto com uma mistura de papa e angu e ficavam mascaradas andando pelas ruas ao som das marchinhas. Eram chamadas de papangus. Era um costume frequente, mas ainda se encontra nos interiores do nordeste. Usam talco, máscara, peruca, confete, serpentina...

Em Redinha, uma praia do litoral potiguar, existe o bloco onde as pessoas saem sujas de lama. Em Guamaré e Macau, cidades costeiras do Rio Grande do Norte, os foliões gostam de se sujar com mel de furo.

É uma data em que as pessoas liberam muito as emoções, o prazer. Homem se veste de mulher, há muita bebedeira, bastante música e irreverência, a chamada "festa da carne"; por isso, os religiosos preferem retiro espiritual. 

O Carnaval foi uma festa que sofreu adaptação ao longo das décadas. É um resgate da história do arlequim, da colombina e do pierrô. Adultos e crianças se fantasiam com roupa de heróis da televisão, como o Super-Homem, a Mulher Maravilha, o Homem-Aranha. Pensando assim, há muito o que se dizer dessa comemoração e existe material suficiente para uma tese. 

SERENATA DO PESCADOR (OTONIEL MENEZES/POETA POTIGUAR)


(Foto compartilhada do Google)

Praieira

Praieira dos meus amores,
Encanto do meu olhar!
Quero contar-te os rigores
Sofridos a pensar
Em ti sobre o alto mar...
Ai! Não sabes que saudade
Padece o nauta ao partir,
Sentindo na imensidade,
O seu batel fugir,
Incerto do porvir!

Os perigos da tormenta
Não se comparam querida!
Às dores que experimenta
A alma na dor perdida,
Nas ânsias da partida
Adeus à luz que desmaia,
Nos coqueirais ao sol-pôr...
E, bem pertinho da praia,
O albergue, o ninho, o amor
Do humilde pescador!

Quem vê, ao longe, passando
Uma vela, panda, ao vento,
Não sabe quanto lamento
Vai nela soluçando,
A pátria procurando!
Praieira, meu pensamento,
Linda flor, vem me escutar
A história do sofrimento
De um nauta a recordar
Amores, sobre o mar!

Praieira, linda entre as flores
Deste jardim potiguar!
Não há mais fundos horrores,
Iguais a este do mar,
Passados a lembrar!
A mais cruel noite escura,
Nortadas e cerração
Não trazem tanta amargura
Como a recordação,
Que aperte o coração!

Se, às vezes, seguindo a frota,
Pairava uma gaivota,
Logo eu pensava bem triste:
O amor que lá deixei,
Quem sabe se inda existe?!
Ela, então, gritava triste:
Não chores! Não sei! Não sei...
E eu, sempre e sempre mais triste,
Rezava a murmurar:
“Meu Deus, quero voltar!”

Praieira do meu pecado,
Morena flor, não te escondas,
Quero ao sussurro das ondas
Do Potengi amado,
Dormir sempre ao teu lado...
Depois de haver dominado
O mar profundo e bravio,
À margem verde do rio
Serei teu pescador,
Ó pérola do amor


____________
Esta música escrita por um potiguar, há 92 anos, é considerada, extraoficialmente, o hino de Natal. É isso aí, música boa se eterniza e une muitas gerações pelo mesmo sentimento de paixão, amor, saudade e romantismo.