Existem
vários tipos de beijo: o da criança dos outros, o do próprio filho, o dos pais,
o do namorado, o do marido, o da esposa, o dos irmãos, o do amigo, o do colega
de trabalho, o da novela, e o beijo de coco. Este é conhecido pela criança dos
outros, por nosso filho, pelos pais, pelo marido, pela esposa, pelos irmãos,
pelos amigos, pelos colegas de trabalho e pelo elenco. Quem não tem mais a
criança dos outros, o filho, os pais, o namorado, o marido, a esposa, os irmãos,
aquele amigo, o colega de trabalho, a novela, compra um beijo de coco e adoça a
vida, beija um novo amigo, ou beija a cabeça da vovó e do vovô. Pode ser o da
testa, o da mão, o do rosto e o dos lábios. Mas, existe um beijo cruel: o da
despedida (o do até logo e o do adeus). Outro beijo é lançado ao vento, e ele
viaja até os corações; é o da conquista. Às vezes, vai junto com uma flor ou no
papel. Adolescente apaixonada gosta de beijar uma carta de amor, ou um espelho,
e deixa uma boca feita com batom, como marca. Também existe a barraca do beijo
na festa junina, quem lembra? Só não vale o beijo de Judas. Deste, mantenho
distância. O corpo agradece quando se beija e se é beijado. Quem quiser saber
mais, procure os especialistas no assunto. Eu sei que beijar faz bem, porque desconheço alguém que tenha morrido por que gostava de beijo. Para comemorar esse dia, que tal um prato de beijinho de coco!

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